O Leon do Canal Coisa de Nerd esteve em Boston onde visitou uma loja de games retrô. O lugar é impressionante. Com raridades e uma quantidade enorme de jogos de todas as plataformas já lançadas é impossível não ficar com vontade de vistá-la um dia.
Não seria muito afudê se houvessem mais lugares como esse no Brasil?
Você conhece o Mario? Óbvio que sim, não há quem curta games que não o conheça, ou, no mínimo, tenha ouvido falar dele. Mario bombava desde a época de 80. Desde o surgimento do Super Nintendo e do jogo Super Mario Wold, lançado em 1990 no Japão e em 1991 nos EUA, a Nintendo está nadando em dinheiro com a franquia do jogo.
Em 1992, a Nintendo lança um jogo do Mario diferente do que estávamos acostumados, que era aquele jogo de plataforma, em que ele pulava por cima das tartarugas e ficava igual a um babaca tentando salvar uma princesa que não dava muita bola pra ele ( parece certas pessoas que eu conheço! ). Esse agora é um game de corrida, sim de corrida: todos os principais personagens disputando corridas, até a princesinha trouxa, o Mario babaca, o Yoshi - que era o meu favorito, apesar de ele também ser um babaca por servir ao Mario-. Sem falar nos vilões!
O jogo estava ótimo, sério! Era divertido demais! Ali você podia mostrar seu lado trouxa, pegando casco vermelhos e atirando em seu amigo que até então estava em 1/° lugar. Fiz muito isso, e perdi alguns amigos,mas faz parte. Esse casco que mencionei é tele guiado. No jogo você podia pegar itens e usar contra os adversários, ou usar um nitro, dependendo de qual item pegasse, enfim o jogo era divertido demais.
Havia 4 modos de jogo que eram MarioKart GT: o compeonato, tinha o Time Trial, em que você podia bater seu recordes. Para quem gosta de se superar, era legal! Também o Match Race, onde você disputava corrida apenas com seu amigo, só vocês dois, e o Battle Mode, que era e é o meu favorito, onde você tinha que derrotar o adversário acertando cascos, e outros itens: cada personagem começava com três balões em volta, cada vez que você era atingido, um balão sumia. Não era nas pistas de corrida, e sim num tipo de arenas , era foda mesmo, e muito divertido! Passei muito tempo jogando nesse modo com meus amigos.
Resumindo, Super Mario Kart é um ótimo jogo, tão bom que muitos jogos até hoje são uma cópia dele. Seus gráficos eram muito foda pra época, a jogabilidade era demais, o som também! A dificuldade você escolhia, a mais alta era difícil pra caralho. Um jogo que sempre lembrarei.
Jogo hack'n slash lançado pela Capcom em 2005 no estilo Dinasty Warriors, onde tu escolhes um guerreiro e segue a sua história, invadindo fortalezas pelo Japão feudal.
O legal é que no caminho até o chefão, tu enfrentas hordas de inimigos, que chegam a lotar a tela simultaneamente.
Cada guerreiro possui habilidades e golpes únicos (meu preferido é o Azure Dragon (Massamune Date no jogo japonês, que luta com seis espadas ao mesmo tempo), para detonar os milhares de inimigos e o fechão de fase.
Pode-se formar alianças, encontrar itens no decorrer das fases, subir de level e muitas coisas mais. É um jogo bastante bem feito, com gráficos legais, bonecos bem modelados, personagens interessantes e carismáticos e dificuldade moderada.
Por falar em dificuldade, algumas fases possuem pré-requisito para passar com sucesso, como por exemplo proteger um local ou matar alguém em específico.
É um game bem divertido, mas com o tempo enjoa, pois os inimigos são os mesmos sempre, e se torna cansativo ficar andando de cenário após cenário surrando os mesmos inimigos até chegar no fechão.
Um destaque legal são as cenas feitas em Anime que ocorrem entre as fases. Muito bem feitas e legais. É um jogo que vale a pena ser jogado.
The King of Dragons foi um game side scrolling hack'n slash desenvolvido pela Capcom que fez muito sucesso no Snes nos anos 90.
Sua missão era simples: percorrer o reino de Malus e acabar com os monstros que assolavam o lugar, bem como seu mestre o dragão vermelho Gildiss. Para tal tarefa, tu podias botar pra dois e escolher um entre os cinco guerreiros disponíveis: um Elfo, um Mago, um Guerreiro, um Clérigo e um Anão.
Basicamente o jogo era um tipo de "Final Fight" no estilo medieval, com um visual meio "Dungeons e Dragons", meio "Golden Axe".
Os gráficos e a jogabilidade eram muito bons para a época (ah, o jogo foi lançado originalmente para o Arcade em 1991, e depois foi portado para o Snes em 1994), assim como seus elementos totalmente estilo RPG, genero que estava em alta nos anos 90.
É um ótimo jogo para se divertir com um amigo (no Snes) ou 3 no Arcade, e vale muito ser conhecido/relembrado, pois além de divertido tem uma dificultade é desafiadora (não chega a ser difícil), e pode te entreter por algumas horas. Emulador e ROM pra quem quiser conhecer (lembrando que todas as ROMs baixadas da internet podem ficar em seu computador com intuito de teste por 24h, depois torna-se ilegal).
Donkey Kong foi um dos primeiros jogo de Shigeru Miyamoto e introduziu dois dos mais populares personagens da Nintendo: Donkey Kong e Mario. Mario naquela época era quase um coadjuvante chamado de Jumpman devido a sua inovadora habilidade de pular sobre obstáculos e ainda trabalhava como carpinteiro, seu objetivo no jogo é resgatar Pauline das mãos de DK.
O nome Donkey Kong foi resultado de uma tradução ao pé da letra de miyamoto, ele queria um substantivo para Stumborn Gorila, referência ao clássico filme King Kong da Warner. O enredo e objetivos eram simples, o jogador deve subir pelas plataformas pulando por cima dos barris atirados por Kong. Uma vez que Jumpman chega na última plataforma DK pega Pauline e a leva para o próximo nível. São quatro fases, com um pouco de prática dá pra terminar o jogo em cinco minutos. Vale a pena dedicar meia hora da sua vida para esse game histórico
Bom, sei que serei apedrejado depois deste post, mas para mim ao menos, God of War Ascension não é a 8ª maravilha do universo, e sinto a obrigação de comentar o porquê do meu ponto de vista.
Não falarei sobre o jogo ou a história em si, pois todos já sabem tudo sobre o jogo, e se não sabem, basta "googlear". Vou me focar na parte técnica do jogo, seus prós e contras.
Algumas das coisas que percebi jogando o GOWA são de que a Sony se arrependeu de ter acabado com os deuses do Olimpo no GOW III e tentou espremer mais e mais o seu personagem mais famoso. Como o Kratos matou todos os possíveis e imagináveis deuses gregos, a solução pra reinventar a série e fazer os "prequels" e contar e recontar a mesma historinha batida, cada vez pondo mais coisa no meio.
Houve um boato de que o GOW IV seria com o Deimos, irmão do Kratos, que pode ser visto no GOW Ghost of Sparta, mas pelo jeito os gamers não ficaram de acordo, ainda preferem o Kratos, então para continuar com a série, a Sony foi obrigada há contar os dias antes da guerra entre o Espartano e o Ares.
Achei uma falha grave no game: a história! Neste jogo, Kratos enfrenta as três Fúrias (tem gente que teima que são as Irmãs do Destino, mas não são), seres que nasceram antes dos Titãs e dos Deuses (que inclusive Zeus temia), e adivinhem: Ele ganha das três! Como isso é possível se ele ainda nem havia se tornado o Deus da Guerra? Estranho...
Bem, vamos à análise então (começarei com os contras, note que este é meu ponto de vista):
- A abertura não é feita em CG, é feita no estilo tinta e da à impressão de ter sido produzida ás pressas;
- A edição nacional do game é ridiculamente simples, não vem nem um encarte dentro da caixinha, ou seja, tu paga um dinheirão pelo jogo pra abrir a caixa e ter apenas o jogo e o código dos DLCs, que também não servem pra nada (avatares, soundtrack e online pass pra jogar na psn);
- A história é muito pouco criativa. Como os games do PSP, se passa antes do GOW I;
- É mais curto que foda de anão! Pode ser acabado em menos de 10h de jogo (o GOW III também era assim);
- Tem só 36 troféus, e todos barbada de conseguir, uma platina muito mais fácil que os anteriores (joguei meia hora e consegui 6 dos 36 troféus);
- A voz dublada em PTBR ficou dessincronizada (talvez saia algum patch pra corrigir isso em breve).
Agora os pontos fortes:
- Os gráficos são os melhores da série (também, é o mínimo que se espera de um game de 7ª geração e de final de console);
- A jogabilidade está boa, responsiva e padrão com os games anteriores;
- Kratos tem novos golpes muito legais (curti muito o "Come Here" A La Scorpion dele, puxa o inimigo e surra o cara enquanto preso);
- A dublagem Brasileira matou a pau, ficou muito boa mesmo, bastante profissional (mas, voltei a jogar em inglês, que particularmente eu prefiro);
- Os inimigos são gigantescos, muito bem feitos e bem dignos;
- Agora pode-se pegar armas no cenário e utilizá-las durante as lutas;
- O modo online multiplayer é bem interessante, bastante customizável e possui vários modos de jogo, inclusive se vc quiser jogar sozinho.
Enfim, é um baita jogo, mas a meu ver é mais um caça níquel do que um game oficial, ou seja, a Sony não quer perder grana, e como não tem como fazer um GOW IV, lançaram um precursor, mas fizeram rápido demais e deixaram faltar conteúdo e horas de game. Valeu os R$ 126,00 que paguei na pré-venda, mas eu daria o prêmio de game do ano pro Tomb Raider 2013 e não pro GOWA (e quem me conhece sabe que sou fã dos games do Kratos).
Jogo action-adventure de NES lançado em 1989 pela Atlus, difícil pra caramba, com gráficos bem meia boca inclusive para a época, que de tão ruím chegava a ser bom (eu tinha a fita!).
A história era a seguinte: Um grupo de crianças felizes vai acampar no Crystal Lake, supervisionados por seis monitores adolescentes (personagens selecionáveis, yeah baby!), e de uma hora pra outra, são raptadas pela lenda local: O maníaco mais querido do cinema: Jason Voorhees!
Ai começa a aventura, o player tem que percorrer todo o Crystal Lake, por cavernas, florestas, andar de canoa e tudo mais para salvar os amigos, as crianças e ainda enfrentar o assassino em série.
Conforme comentei antes, foi considerado por muitos o pior jogo da história dos games, embora acho que ainda tem piores, mas fazia juz a este título, pois o jogo era repetitivo, com cenários pouco variados e simples demais, personagens mais parecendo o boneco do Pitfall do Atari (ahhh os personagens também tinham skills diferentes, sendo que dois eram bons de jogar e 4 eram um lixo, hahahaha).
Também era possível pegar armas tipo pedras, tochas, facas e machados, itens que ajudavam muito na hora de enfrentar o Jason, que diga-se de passagem era bem chatinho.
A dificuldade era grande por causa dos movimentos precários e comandos imprecisos que o game possuia, e tanto é verdade que o sistema de dificuldade do jogo era que nem o do Atari, toda vez que tu matava o Jason, a velocidade do game aumentava e ficava praticamente impossível desviar dos ataques do maníaco da máscara de hockey.
Os inimigos "mata-rato" eram bem imbecís: zumbis brotados do chão, morcegos e lobos...(tudo a ver com os filmes).
Outra coisa que difere dos filmes é o fato do Jason raptar e matar crianças, coisa que ele nunca fez em nenhum dos 12 capítulos. Que pisada de bola, hahaha.
Mas por mais que o jogo seja ruím, eu curtia. Como todo fã de filmes de terror e principalmente da série Sexta-Feira 13, me obriguei a comprar o cartucho e gastar várias horas tentando vencer o Jason.
Megaman sempre foi um dos meus jogos preferidos, desde o clássico até o X. É injusto falar apenas de um jogo da serie, falarei de todos aos poucos, apenas não vou seguir a ordem de lançamentos.
Escolhi começar com o X4, pois foi através dele que realmente podemos controlar o Zero, um dos personagens mais amados no mundo dos jogos da Capcom. No snes ele já era jogável, mas muito pouco, não tinha um papel de destaque como a partir do X4. Hoje já podemos escolher qual personagem jogar, mas eu sempre fui fã do Megaman, pois ele pode pegar peças para montar sua armadura, uma característica de toda a série X, além de poder pegar os poderes dos chefes (essas habilidade o Megaman tem tanto no X como no clássico), e hoje o Zero também pode utilizá-la. Outra coisa que é foda demais é como ele usa espada, a maioria dos poderes pegos, serão usados com um ataque de espada, enquanto o Megaman troca a cor da armadura dependendo do poder, ele apenas troca o poder da espada, mas é foda. Há quem diga que se você quer jogar numa dificuldade maior, jogue com o Zero, mas não concordo, depois que se pega o jeito, jogar com ele fica tão tranquilo quando com o X. Outra coisa muito cool que eu realmente gostei e acredito que todo fã também, é que no meio do jogo, as historias passam em forma de anime, e é demais, tem uma luta do Zero que é uma das cenas mais legais de todos os “Megamans” que eu já joguei (ah não podemos esquecer da abertura, é ótima. A música esta muito melhor na versão japonesa), alias para quem não sabe ainda, lá no Japão o Megaman se chama Rockman, a jogabilidade é ótima também, ela muda um pouco conforme o personagem que escolher, os gráfico são muito bons, o som também, o enredo é muito elaborado, você terá que já ter jogado os X anteriores, senão ira boiar muito, enfim para mim um jogo nota 9,5.
Quem me conhece sabe que não gosto de jogo de carros (talvez pela falta de skills), mas Ray Tracers é um caso á parte, mesmo não gostando de jogar, curtia muito ver os outros jogarem, por ser um jogo diferente e meio que inovador na época (pra mim ao menos). Ray Tracers é um jogo que foi lançado pela Taito em 1997 e se tratava de um grupo de pilotos que corria a milhão pelo perímetro urbano, desviando do tráfego até chegar em um chefão, isto mesmo, chefão! Aí se dava uma batalha, tu tinhas um tempo curto para matar o chefão, que geralmente era um veículo muito massa e cada um tinha uma manha diferente. O game era todo estiloso, com traços e personagens de anime, mas o gráfico não era o melhor que o PSone tinha para oferecer (nesta mesma época já existia o fodástico Rage Racers, que era muito superior em gráfico). A jogabilidade também era boa, pra quem tinha skills para jogos de corrida, hahaha. Enfim, fica a dica, quem quiser conhecer ou matar a saudade, emulador de "pleysteicho" e ROM. Enjoy!