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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Warriors (2005)



Wariors, come out to play!

The Warriors, jogo lançado em 2005 para Playstation 2 e Xbox, desenvolvido pela Rockstar Games. Baseado no filme Warriors, uma pérola dos anos 70.

Pra quem não sabe, no filme The Warriors é uma gangue suburbana da década de 70. Aqui acompanhamos, além de fatos da história do filme, uma exploração do sistema de gangues, como eles trabalhavam, com virar chefe, missões e brigas contra outras gangues.

O game explora muito bem a ambientação de bairros como Bronx e Harlem, as roupas e músicas. A jogabilidade é típica dos Beat'em Up, onde se evolui dando porrada nos outros, com combos de socos e chutes, além de poder agarrar e lançar inimigos contra paredes e caixas. Boa exploração de cenários, podendo roubar carros, arrombar lojas, pichar muros, entre outras coisas politicamente incorretas.

Legal que controlamos vários membros da gangue, de acordo com a fase, e cada um dele tem um estilo e habilidades próprios (pichador, lutador, cara rápido, etc).

Só não curto muito as fases "stealth", em que tem que se esconder para pegar alguém ou pichar um muro. Prefiro sair direto metendo voadora.

Bom jogo, recomendo para os meliantes de plantão.




quinta-feira, 25 de julho de 2013

Evil Dead: Regeneration


Hail to The King, Baby!


Na trama nos deparamos com o fanfarrão Ash em um sanatório, pois foi dado como louco por suas histórias. Acontece que seu médico, Dr. Reinhard, resolve brincar com o Necronomicon (o livro dos mortos) e libertar os capetas todos no mundo!

O jogo é muito engraçado, com Ash passando por diversos locais (sanatório, cavernas, casas mal assombradas, cidades destruídas), ganhando armas e matando monstros. Ele ainda tem um ajudante anão que serve de alívio cômico.

A jogabilidade é boa, com combos e ataques específicos de cada arma. Os vilões são bem criativos e os chefes possuem uma dinâmica clara para serem derrotados, remetendo aos antigos joguinhos Beat em up.

Nem tudo são flores, apesar de engraçado e divertido, algumas fases são bem chatinhas e repetitivas, como aquelas de levar almas para as "batatas" gigantes, ou controlar o anão para atravessar trechos específicos.

Na primeira vez que se joga, o jogo é memorável, mas se jogar mais vezes verá que não tem inovações, apenas repete o que tinha antes.

Apesar das ressalvas, é um jogo divertido e que entretém muito, vale a jogada.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Shadow of the Colossus


E não tem nada a ver com TV Colosso.

Shadow of the Colossus, jogo de ação/aventura de 2005, lançado originalmente para PlayStation 2, desenvolvido pela Sony Computer Entertainment (SCEI). É uma das grandes obras primas da geração Play 2.

Na história, acompanhamos Wander, um jovem que precisa encontrar e derrotar os dezesseis colossos para restaurar a vida de sua amada Mono. Mas os colossos são criaturas gigantes e escondidos em áreas remotas do jogo, que possui um mundo aberto muito extenso e bem trabalhado.

Não há inimigos além dos colossos, nem interação com vilas ou aldeias, é apenas percorrer os vales e planícies com seu cavalo amigo, achando frestas para chegar ao território dos colossos. Você os encontra levantando a espada e seguindo o rastro luminoso que ela aponta.

Os colossos são gigantes, alguns tão grandes que nem percebem que você os ataca. E cada um tem uma dinâmica específica para ser vencido. Ou seja, não é só chegar e meter a espada.

O jogo é uma obra prima tanto em enredo quanto na parte gráfica, explorando ao máximo as capacidades do Play 2.

Destaque para o encontro com o primeiro colosso, uma criatura gigantesca, que lhe faz perceber tudo que vem pela frente.

sábado, 27 de abril de 2013

God Hand




God Hand, rapá! Mão Divina descendo o cacete nos marginais imaturos!

God Hand, jogo beat 'em up da Capcom lançado em 2006 para Play Station 2. Dirigido por Shinji Mikami, esse jogo nem é tão famoso, mas tem as melhores sequências de porrada que este nerd já viu.

No jogo controlamos Gene, um cara malandrão que tem um braço mágico chamado God Hand, e ele encara uma organização do mal que quer esse poder pra eles. Ao longo do jogo as cutscenes vão incrementando a história e descobrimos como ele conseguiu esse braço e vemos detalhes de seus (muitos) inimigos.

Detalhe que o jogo é pura comédia, com tiração de sarro o tempo todo, e Gene é um baita fanfarrão nonsense (uma hora a vilã faz, do nada, um striptease e aparece uma mesa e uma cerveja pro protagonista, também do nada). Os cenários passam pelo velho oeste, deserto com pirâmides, plataforma mecânica, parques de diversões, mansões e uma obrigatória torre do mal (com um inimigo em cada andar).

A jogabilidade é ótima, voltada exclusivamente para a porradaria (mas não esqueça de dominar a esquiva, ela é fundamental e torna tudo muito mais fácil). Podemos personalizar Gene com uma infinidade de sequências de golpes e especiais, bem como fortalecendo cada uma dessas habilidades conforme se ganha pontos. Vai desde uma sequência ultra hardcore com todos os golpes possíveis até um chute no saco (ou dar palmadas na bunda das mulheres).

Destaque para alguns chefes extremamente criativos:
• Punks
• Palhaços
• Macaco da Luta Livre
• Casal gay da floresta (sem preconceito, gente)
• Mulher chifruda sadomasoquista
• Cafetão anos 70 (com direito a roupa discoteca e duas prost.)
• Banda de Rock
• Grupo Power Ranger gay (novamente, sem preconceitos)
• Mestre chinês idoso e biruta
• Robozão com pilha nas costas
• Gordo pai de santo

Enfim, jogaço!


sábado, 30 de março de 2013

Devil Kings



Jogo hack'n slash lançado pela Capcom em 2005 no estilo Dinasty Warriors, onde tu escolhes um guerreiro e segue a sua história, invadindo fortalezas pelo Japão feudal.

O legal é que no caminho até o chefão, tu enfrentas hordas de inimigos, que chegam a lotar a tela simultaneamente.

Cada guerreiro possui habilidades e golpes únicos (meu preferido é o Azure Dragon (Massamune Date no jogo japonês, que luta com seis espadas ao mesmo tempo), para detonar os milhares de inimigos e o fechão de fase.

Pode-se formar alianças, encontrar itens no decorrer das fases, subir de level e muitas coisas mais. É um jogo bastante bem feito, com gráficos legais, bonecos bem modelados, personagens interessantes e carismáticos e dificuldade moderada.

Por falar em dificuldade, algumas fases possuem pré-requisito para passar com sucesso, como por exemplo proteger um local ou matar alguém em específico.

É um game bem divertido, mas com o tempo enjoa, pois os inimigos são os mesmos sempre, e se torna cansativo ficar andando de cenário após cenário surrando os mesmos inimigos até chegar no fechão.

Um destaque legal são as cenas feitas em Anime que ocorrem entre as fases. Muito bem feitas e legais. É um jogo que vale a pena ser jogado.


terça-feira, 12 de março de 2013

God of War



THIS IS SPARTA!

Lá se vão quase 8 anos após o lançamento do primeiro Deus da Guerra (22 de março, 2005) e o jogo continua sendo adorado e lembrado por milhões de fãs.
Com chefes gigantes e combos infinitos ele foi considerado o melhor jogo do ano de seu lançamento e um dos melhores de todos os tempos. God of War tornou popular o Quick time Event, série de golpes executados pressionando os botões que aparecem na tela, recurso utilizado em quase todos os jogos atualmente.
A drama é complexa, envolvendo elementos da mitologia grega e a violenta sede de vingança de Kratos.

Lembrando que o Bota pra Dois está sorteando um Action Figure do Kratos, para participar é só compartilhar a foto do sorteio e curtir a Fanpage do Bota pra Dois. O sorteio vai ocorrer quando a página atingir 300 likes. Curta, Compartilhe e Boa sorte!

Foto do Sorteio:
(http://www.facebook.com/photo.php?fbid=161225050700725&set=a.144978938992003.31861.144973592325871&type=1&theater)