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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Miami Hotline


INSANIDADE! VIOLÊNCIA GRATUITA, mortes e mais mortes, porradas, massacre, isso é o que tenho a dizer deste jogo FODA que conheci hoje através de um amigo.


Com gráficos extremamente simples e que lembram os games 8 bits, este jogo tem tudo para ser uma mania (até ser censurado e banido, coisa que irá acontecer com certeza).



A história é dividida em vários capítulos, cada uma com subfases e objetivos diferentes.



Logo na primeira missão o protagonista acorda em um apartamento e recebe da secretária eletrônica a missão de matar TODOS no recinto. E é isso mesmo, violência geral, quanto mais foda a morte, melhor!



Antes de iniciar o jogo, você de escolher uma máscara de algum animal (me lembrou muito do filme anos 80 chamado A Fortaleza).



Agora é esperar o 2, onde irão incluir cenas de SEXO EXPLÍCITO.



Painkiller



Esse jogo foi aprovado pelo Judas Priest.

Painkiller, jogo de 2004 desenvoldido pela Dreamcatcher, de gênero tiro em primeira pessoa. E poe tiro na bagaça. A versão jogada é a Black Edition, pra pc.

Na história você é um cara motherfócka que faz pacto com o além vida porque quer rever a muié perdida. O que ele precisa fazer? Matar os generais do inferno! Yeaaaa!

Tiroteio pra tudo que é lado, com armas eficientes e dezenas... quer dizer... milhares de inimigos! E muita variação nos inimigos e cenários. Tem uma fase no manicômio que enfrentamos demônios loucos em camisas de força, por exemplo. Em outra é medieval e tem bruxas e zumbis com tochas! Yeaaaaa!

E o jogo é só isso, basta matar todos os bichos que o checkpoint aparece pra mudarmos de fase. E sabemos que tem inimigos enquanto toca um riff musical, no momento que matar todos, ele some. Sem mistérios, puzzles e coisas do gênero, só atirar pra matar. Apesar disso tem alguns chefes que precisamos pensar um pouco em como vencer, mas geralmente é simples a solução.

Jogabilidade WASD e mouse, sem erro para principiantes. Recomendo, diversão garantida pra quem quer simplesmente matar uns capetas.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Heretic


Um Doom medieval, não tem como dar errado.

Heretic, jogo de 1994 de tiro em primeira pessoa, desenvolvido pela Raven Software e publicado pela id Software. Foi feito usando uma engine modificada de Doom.

O jogo é formado (originalmente) por 3 episódios, com oito fases cada. Neles, você é um mago que vai atrás de D'Sparil, um dos Cavaleiros da Serpente, um trio de demônios que espalha o caos pelo mundo.

Ótimos cenários (masmorras, castelos, vulcões, salões), ótimos vilões (mortos vivos, múmias, minotauros, gárgula, etc), boa jogabilidade (Doom na veia) e muita criatividade nas armas e sons fazem deste jogo um clássico.

Suas sequencia direta é Hexen, mas esse merece resenha própria.

Destaque para a batalha final contra D'Sparil, onde o lazarento vem montado numa besta e você gasta todas as armas que tem pra matar ele.

Curiosidade: Ao utilizar os códigos do Doom (IDDQD e IDKFA) você morre. Descobri na primeira vez que joguei.

sábado, 8 de junho de 2013

Serious Sam


Já que estamos falando de shooting games, hoje vou falar do Serious Sam.

Durante as viagens estelares humanos liberam uma antigo mal.
Aí entra o Serious Sam para acabar com esses alienígenas imaturos.

Tudo isso em cenários vastos e com até 50 inimigos simultâneos !
Muito foda! Outra coisa legal é a ignorância somente tiroteio e sem história!



Duke Nukem 3D


Hail to the king, baby!

Duke Nukem 3D! Ignorância máxima dos games lançado em 1996 para pc, desenvolvido pela 3D Realms. Quanta do meu tempo foi investido nesse jogo!

Você é Duke Nukem, o cara mais foda de todos os fodas, e vai meter tiro nos malditos aliens que ousaram invadir a Terra. Tudo isso com frases sacanas de duplo sentido, mulheres seminuas, porrada e tiroteio em todos os lugares possíveis! Yeaaa!

Jogabilidade simples de tiro em primeira pessoa, com movimentação pelos níveis aos olhos do protagonista. Um arsenal de armas criativas (arma congelante, uma que encolhe os bichos, metranca) e muita testosterona gratuita (com direito a dar dinheiro pra strippers em boates).

Frases épicas, ignorância, variedade de inimigos e cenários.... melhor jogo de tiro daquela geração. Como não se emocionar ao matar a rainha alien em um campo de futebol, chutar sua cabeça pra longe e cagar em cima depois?

Recomendo com todas as forças.

Dungeon Siege


Dungeon Siege motherfucker! Eita jogo bom!

Você é um simples camponês de nobre coração que vai todos os dias ao bosque recolher lenha e acaba dando de cara com os monstros que estão atacando a vila. Você como bom mocinho resolve lutar contra eles e jura salvar sua vila, matando o chefão final.

O jogo é tri pois você pode escolher qual classe será seu personagem, e evoluir suas habilidades.
Os cenários são imensos e muito bonitos, e a variedade de itens e armas é gigantesco, chegando a ultrapassar a casa dos 17 mil.

Tu pode recolher ouro, peças de armadura, inúmeros tipos de arma, escudos, feitiços, mana, energia e muito mais.

No decorrer do game você entra outra pessoas que pode incluir em seu grupo ou não (podendo chegar até 8 participantes), e para poder carregar todas as suas coisas, visto que o inventário é limitado, você pode comprar uma mula! Diversão garantida!

Plants vs Zombies


Pra comemorar a notícia de que o "2" está saindo do formo mês que vem, vou falar do jogo mais viciante da face da Terra: Plants vs Zombies!

Cara, ainda não consegui descobrir como um joguinho tão simples conseguiu ser tão legal, divertido e viciante! Uma ideia absurda, de plantas defendendo um jardim de uma horda de mortos-vivos sedentos pelo cérebro do pobre Krazy Dave, mas que deu muito certo!

As fases são longas e variadas, com uma gama enorme de plantas e zumbis diferentes, bem como muitos minigames e o famoso Zen Garden, onde os amantes de Tamagoshi podem cultivar suas plantinhas virtuais e ganhar muito dinheiro com elas.

Como eu disse antes, o jogo trata-se basicamente de dispor as plantas estrategicamente em um jardim (piscina ou telhado), para defender a casa e o Krazy Dave, de uma horada de mortos-vivos muito hilários e comprometidos com a causa (papar o Krazy Dave).

O legal é que em algumas plataformas, pode-se jogar no modo co-op ou versus!

Como todo bom viciado, tenho para PC, PS3 e pra Android. Se você não conhece, cara, está perdendo tempo! Jogue porque vale cada segundo gasto, seja no celular, tablet, PC ou videogame (este é um clássico joguinho que tu paga os R$ 19,90 feliz da vida!).



segunda-feira, 20 de maio de 2013

The Walking Dead A Telltale Games Series


Jogo muito legal para quem é fã da série. Todo desenhado com gráficos legais, e alguns personagens do HQ/Seriado fazendo parte dos NPCs.

O jogo é de múltipla escolha, onde tu aponta e clica, decidindo o que vai fazer, ou seja, se jogar 50 vezes, terá 50 jogadas únicas! E com este princípio, tuas decisões influenciam a continuidade e desfecho do jogo.

São 5 episódios, todo cobertos de tensão, adrenalina e decisões muito rápidas.

Quem curte RPG e Adventures com certeza vai gostar. Grande game que vale mesmo ser apreciado.



sábado, 11 de maio de 2013

DOOM 3


Morram capetas! E agora com bons gráficos!

Doom 3: Resurrection of Evil, jogo produzido pela Id Software em 2004, para plataformas de PC, Mac e Xbox.

Honrando a memória dos jogos anteriores, o jogo é simples, praticamente recontando a história do primeiro, mas com incrementos de narrativa, detalhamento maior e, claro, os melhores gráficos da época. Ou seja: Soldado estilo Rambo (e sem nome) tendo que matar criaturas encapetadas em Marte, já que os cientistas do local mexeram com o que não deviam! Yeaaa!

Tá a história é clichê, mas bem trabalhada pra contextualizar toda a porradaria e tiroteio, enriquecida em detalhes, com animações e explicações lógicas que, convenhamos, não existiram nos anteriores. Ah, e o jogo é extremamente escuro, fica o aviso.

Os demônios, sons e ambientes são sensacionais, destaque para o inferno perturbador e o maldito Cyberdemon, agora em uma versão ainda mais motherfucker que a original. Se bem que todas as criaturas foram repaginadas de maneira assustadora.

Doom 3 faz jus a seus predecessores, e há boatos de uma sequência vindo. Aguardaremos, pois matar capetas sempre é bem-vindo em nosso cotidiano!



quarta-feira, 8 de maio de 2013

DOOM 2


Morram capetas!

Doom II: Hell on Heart, jogo de desenvolvido pela Id Software em 1994 para computador. Continuação do maldito (no bom sentido) Doom I.

Tá, a história é a mesma coisa, tu é o cara fodão que tem que dar tiro nos diabos do inferno. Yea!!

O diferencial é que a já ótima jogabilidade deste game de Tiro em Primeira Pessoa foi aprimorada, surgiram novos inimigos e novas armas. E a divisão do jogo não é mais em episódios fechados, mas em 32 mapas que podem ser seguidos de forma linear ou não.

A, um detalhe sobre o "chefe final". A cabeça do Icon of Sin é de um dos desenvolvedores do jogo.

Quem gostou do primeiro, vai gostar do segundo. Jogo clássico que rendeu muitas horas de jogatina pra este que vos fala.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

DOOM



Vamos explodir tudo os capetas!

Doom, jogo de computador lançado em 1993, criado pela ID Software, empresa que nos entregou outros clássicos da matança desenfreada de criaturas demoníacas.

A história é muito complexa, mas vou resumí-la: Você é um soldado fodão (sem nome) que está em um complexo militar em marte. Abriram as portas pro inferno, então mate tudo que aparecer, pegue as chaves secretas, destranque as portas e vá subindo de nível até o chefão final.

O primeiro Doom é um divisor de águas, o game que popularizou o jogo de tiro em primeira pessoa (mesmo não sendo o primeiro). As armas furiosas (de serra elétrica até rifle de plasma) e seus demônios criativos (o Cyberdemon é um dos meus chefes preferidos da história) tornaram Doom uma febre na garotada.

E ambientação é um caso a parte, com paisagens assustadoras (tudo ensanguentado, pessoas crucificadas, etc), sons soturnos que assustavam os mais fortes (imagine-se no escuro ouvindo um capeta atrás de você) e muitos momentos de pura testosterona!

Jogabilidade simples, estilo teclas WASD, Contrl e Shift pra atirar (ou o contrário, nem lembro). E os trapaceiros sempre botavam códigos de armas (IDKFA) e de vida infinita (IDDQD).

As sequências de Doom também são ótimas, e renderão outras análises. Mas este aqui merece o selo de qualidade Bota pra Dois.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Rampage




Rampage é um jogo muito divertido que nasceu 1986 e seguiu até a versão do PS2.

Basicamente o jogo consiste em tu escolheres entre três monstros e destruir cenários, cheios de objetos, carros, inimigos e tudo mais.

Tu vais destruindo de cidade em cidade até não sobrar pedra sobre pedra (literalmente).
Este jogo mesmo não sendo dito, com certeza serviu de inspiração para o filme Detona Ralph.
A dificuldade é boa, os cenários e inimigos são variados, então é um jogo classificado por mim como acima da média.
Pra conhecer existe em ROM pra emuladores de praticamente todas as plataformas antigas: Snes, Mega, Master, Acrade, Nes, PS2, PC e aí vai.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Carmageddon


Carnificina? Violência extrema? Maldade? Quem não gosta?
Esses são os elementos chave de um jogo que foi proibido em mais de 10
países: Carmageddon.

Neste game politicamente incorreto, o que te fazia ganhar pontos eram as
mortes violentas de pedestres humanos (se fossem velhinhos e crianças,
mais pontos tu ganhavas), e estes pontos valiam mais do que ganhar a
corrida.


Pode-se dizer que Carmageddon é o primo adulto do Twisted Metal, pois
embora ambos sejam jogos de combate de carros, o Carmageddon tem o foco
mesmo na violência gratuíta.

Poucas pessoas sabem, mas o jogo foi inspirado no filme Death Race 2000 de
1975, e saiu originalmente para PC em 1997, sendo portado para os consoles
nos anos seguintes.

Devido a censura, ele se tornou popular entre os nerds e geeks de
computador, gerando uma polêmica maior ainda, e então foi prostituido e
virou mais comercial, quando foi lançado o patch que substituia as pessoas
por zumbis (ah bom, violência contra zumbis pode, ninguém está nem aí para
os direitos dos zumbis, hahahha).

Quem teve a sorte de poder jogar o original e violento, sabe que os
gráficos e as mortes eram muito legais, deixando rastros de sangue e
pedaços de corpos pelo cenário. Muito humor negro rolava durante os
"pegas".

Quanto a jogabilidade, como já comentei em outros posts, nunca tive skills
para jogar games de corrida, então para mim eram péssimos, mas creio que
quem sabe jogar e tem as habilidades necessárias, bem como coordenação
motora, deva ter gostado, hahahaha

Teve duas sequencias: Carmageddon II Apocalypse Now e Carmageddon TDR 2000
e existem boatos que a Stailess Games que adquiriu os direitos esteja
fazendo um reboot do jogo, e que será distribuido digitalmente para PC e
MAC em 2013 ainda. Vamos torcer por isto, mas para que Carmageddon volte
ás velhas raizes com muito sangue, gore e violência desenfreada.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Megaman X 4


Megaman sempre foi um dos meus jogos preferidos, desde o clássico até o X. É injusto falar apenas de um jogo da serie, falarei de todos aos poucos, apenas não vou seguir a ordem de lançamentos.
Escolhi começar com o X4, pois foi através dele que realmente podemos controlar o Zero, um dos personagens mais amados no mundo dos jogos da Capcom. No snes ele já era jogável, mas muito pouco, não tinha um papel de destaque como a partir do X4.
Hoje já podemos escolher qual personagem jogar, mas eu sempre fui fã do Megaman, pois ele pode pegar peças para montar sua armadura, uma característica de toda a série X, além de poder pegar os poderes dos chefes (essas habilidade o Megaman tem tanto no X como no clássico), e hoje o Zero também pode utilizá-la.
Outra coisa que é foda demais é como ele usa espada, a maioria dos poderes pegos, serão usados com um ataque de espada, enquanto o Megaman troca a cor da armadura dependendo do poder, ele apenas troca o poder da espada, mas é foda.
Há quem diga que se você quer jogar numa dificuldade maior, jogue com o Zero, mas não concordo, depois que se pega o jeito, jogar com ele fica tão tranquilo quando com o X.
Outra coisa muito cool que eu realmente gostei e acredito que todo fã também, é que no meio do jogo, as historias passam em forma de anime, e é demais, tem uma luta do Zero que é uma das cenas mais legais de todos os “Megamans” que eu já joguei (ah não podemos esquecer da abertura, é ótima. A música esta muito melhor na versão japonesa), alias para quem não sabe ainda, lá no Japão o Megaman se chama Rockman, a jogabilidade é ótima também, ela muda um pouco conforme o personagem que escolher, os gráfico são muito bons, o som também, o enredo é muito elaborado, você terá que já ter jogado os X anteriores, senão ira boiar muito, enfim para mim um jogo nota 9,5.


domingo, 17 de março de 2013

Terrordrome



Galera, hoje não vou fazer de um jogo comercial, mas sim de um projeto bastante legal que visa reunir em um game de luta os maiores serial killers da história do cinema: Terrordrome!

É um game feito por fãs de filmes de terror, para fãs de filmes terror. Pena que no momento estão com o projeto em freezing devido a problemas de direitos autorais com as empresas de cinema, como é o caso da New Line que possui os direitos do Sexta-Feira 13 e do A Hora do Pesadelo.

Entre os ilustres "heróis" do game, temos presente: Jason Voorhees (Sexta-Feira 13), Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo), Charles "Chuck" Lee Ray (Brinquedo Assassino), Michael Myers (Halloween), Robert "Leatherface" Sawyer (Massacre da Serra Elétrica), Matt Cordell (Maniac Cop), Ashley J. "Ash" Williams (Uma Noite Alucinante), Ghostface (Pânico), Tall Man (Fantasma), Candyman (O Mistério de Candyman) e o ilustre Dr. Herbert West (Re-Animator), completando o time fodástico.

A modelagem dos bonecos é fantástica, muito bem feita mesmo, com gráficos de primeira. Os cenários também não perdem neste quesito...muito bem bolados.

Mas nem tudo são flores, vamos falar também dos defeitos do game. Na minha humilde opinião o que quebra as pernas de qualquer gamer é a péssima jogabilidade do Terrordrome. Cara, os caras investiram tanto em fazer um game bonito, mas pecaram nos controles. São muito precários e não tem uma boa resposta.

O jogo é totalmente grátis e pode ser baixado diretamente do site dos produtores "www.terrordrome-thegame.com", e está hoje na versão 2.8. Enjoy!


segunda-feira, 4 de março de 2013

DOOM


Grande jogo que muito joguei no tempo do meu PC 586 em meados de 1996.
Os gráficos para a época eram muito avançados, assim como a jogabilidade.
Os inimigos e chefões eram bastante elaborados e tinham grande diversidade.
As armas do jogo eram muito afudê, principalmente a motosserra...sem falar que o jogo era recheado de passagens secretas, salas secretas, ítens e um monte de coisa.
As mortes eram interessantes e algumas beeem sangrentas...tudo que um gamer inveterado adora.
O Doom não foi o primeiro jogo de tiro, mas com certeza foi o que deu origem aos shooting games que temos hoje em dia (naquele tempo a mira era estática, só ia pra cima, pra baixo, direita e esquerda, não existiam as cutulas...e no PC tu jogava só com o teclado).
Enfim, um bom game que rendeu muito divertimento a mim a milhões de outros gamers...um jogo básico no arsenal de qualquer viciado que em algum dia teve um PC.
Se não me engano o Doom hoje já é um "abandonware", ou seja, pode ser baixado gratuitamente sem ser considerado cópia pirata. Enjoy!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

The Secret of Monkey Island



The Secret of Monkey Island é um adventure point and click clássico da Lucas Arts. O jogabilidade se baseia nos diálogos entre os personagens, até mesmo os vencedores dos duelos de espadas são definidos pelos diálogos, e na resolução de puzzles.
O que mais me cativou nesse jogo foi seu senso de humor e sua história.
Guybrush Threepwood, jovem que quer se tornar um pirata, aparece de repente na Ilha Mêlée. Ele chega no SCUMM Bar, onde ele conhece três piratas que lhe dizem o que fazer para se tornar um. Ele deve derrotar Carla, a Mestre Espadachim num duelo de espadas, encontrar o tesouro escondido da Ilha Vale-Tudo e roubar o Ídolo das Muitas Mãos, na mansão da Governadora Elaine Marley. Na mansão, Guybrush conhece a Governadora, e se apaixona por ela. Porém o Pirata-Fantasma LeChuck e sua tripulação de mortos-vivos sequestram Elaine, pois LeChuck quer casar com ela. Guybrush então zarba com Carla, Otis, o prisioneiro e Meathook, um cara que tem dois ganchos em vez das mãos para a Ilha dos Macacos (Monkey Island) para resgatar a Governadora.
Se você ainda não jogo The Secret of Monkey Island não sabe o que está perdendo.



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Full Throttle



Bom galera, quem me conhece sabe que não sou o fã número 1 de RPGs, mas existem alguns que joguei em minha vida e que fizeram história. Um deles foi o Full Throttle, lançado pela Lucas Arts em 1995 para PC. Baita jogo!
Ele não era muito difícil, mas rendia boas horas de diversão...típico game indicado para iniciantes no mundo dos RPGs, como era meu caso na época.
A história era bastante cativante embora meio manjada. Em um futuro próximo e apocaliptico, tu entrava na pele de Ben um motoqueiro casca grossa chefe de uma gang chamada The Polecats. Ele entrava em uma cilada, os outros integrantes da gang o abandonavam, tu eras acusado injustamente de assassinato e tinhas que correr atrás do prejuízo e descobrir a trama por trás da armação.
Uma das coisas que populariou o Full Throttle para os jogadores de PC naquela época, foi o lançamendo do jogo TOTALMENTE legendado em português e por um preço camarada, coisa que tu não via todos os dias, ainda mais pra jogos de computador.
Muita porrada, enigmas (dou ênfase para aquele maldito que tu tinha que ficar chutando um muro até achar a pedra certa pra abrir uma passagem secreta), personagens cativantes, armas, motos e velocidade, tudo isto fazia do Full Throttle um jogo bastante decente, de respeito e que merece ser jogado.
Quem quiser jogar, tem que baixar, esse não tem emulador, ehueheueheuhe. Enjoy!