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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Warriors (2005)
Wariors, come out to play!
The Warriors, jogo lançado em 2005 para Playstation 2 e Xbox, desenvolvido pela Rockstar Games. Baseado no filme Warriors, uma pérola dos anos 70.
Pra quem não sabe, no filme The Warriors é uma gangue suburbana da década de 70. Aqui acompanhamos, além de fatos da história do filme, uma exploração do sistema de gangues, como eles trabalhavam, com virar chefe, missões e brigas contra outras gangues.
O game explora muito bem a ambientação de bairros como Bronx e Harlem, as roupas e músicas. A jogabilidade é típica dos Beat'em Up, onde se evolui dando porrada nos outros, com combos de socos e chutes, além de poder agarrar e lançar inimigos contra paredes e caixas. Boa exploração de cenários, podendo roubar carros, arrombar lojas, pichar muros, entre outras coisas politicamente incorretas.
Legal que controlamos vários membros da gangue, de acordo com a fase, e cada um dele tem um estilo e habilidades próprios (pichador, lutador, cara rápido, etc).
Só não curto muito as fases "stealth", em que tem que se esconder para pegar alguém ou pichar um muro. Prefiro sair direto metendo voadora.
Bom jogo, recomendo para os meliantes de plantão.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Crash Bandicoot
Nunca vi um texugo na minha vida.
Crash Bandicoot, série de jogos iniciada em 1996. Possui muitos jogos, mas os primeiros (e melhores, na minha opinião) foram desenvolvidos pela Naugthy Dog, para o primeiro PlayStation.
Na trama, temos Crash, um texugo maneiro que enfrenta o cientista do mal Neo Córtex e seus capangas birutas. A história se desenvolve nas Ilhas N. Sanity, supostamente na Austrália.
Tá, nada de revolucionário, mas o destaque é que o jogo é divertido e descompromissado. Você é Crash e vai passando por várias fases diferentes, pulando obstáculos, dando porrada em inimigos, participando de corridas e explodindo caixas com dinamites e nitroglicerina. E no caminho vai colhendo uma fruta que parece um pêssego, ao juntar 100 você ganha uma vida. Também pode pegar algumas máscaras indígenas que te impedem de morrer por determinado tempo (menos se cair em precipícios).
O jogo é pura diversão, mas tem momentos irritantes, pois algumas fases vão te fazer morrer 15 vezes, e sempre por um mero detalhe. Encostou no inimigo ou pulou no lugar errado, já era. Imagine a frustração de sair de uma fase bônus com duas novas vidas e em seguida perder 4 vidas em um pedaço de fase que tem que pular troncos no momento certo?
Mesmo os jogos mais atuais continuam divertidos. Se você tem filhos, é uma boa pedida pra iniciar os pequenos no mundo dos jogos. Se não tiver, jogue igual, nem tudo precisar ter sangue e monstros.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Evil Dead: Regeneration
Hail to The King, Baby!
Na trama nos deparamos com o fanfarrão Ash em um sanatório, pois foi dado como louco por suas histórias. Acontece que seu médico, Dr. Reinhard, resolve brincar com o Necronomicon (o livro dos mortos) e libertar os capetas todos no mundo!
O jogo é muito engraçado, com Ash passando por diversos locais (sanatório, cavernas, casas mal assombradas, cidades destruídas), ganhando armas e matando monstros. Ele ainda tem um ajudante anão que serve de alívio cômico.
A jogabilidade é boa, com combos e ataques específicos de cada arma. Os vilões são bem criativos e os chefes possuem uma dinâmica clara para serem derrotados, remetendo aos antigos joguinhos Beat em up.
Nem tudo são flores, apesar de engraçado e divertido, algumas fases são bem chatinhas e repetitivas, como aquelas de levar almas para as "batatas" gigantes, ou controlar o anão para atravessar trechos específicos.
Na primeira vez que se joga, o jogo é memorável, mas se jogar mais vezes verá que não tem inovações, apenas repete o que tinha antes.
Apesar das ressalvas, é um jogo divertido e que entretém muito, vale a jogada.
terça-feira, 16 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Shadow of the Colossus
E não tem nada a ver com TV Colosso.
Shadow of the Colossus, jogo de ação/aventura de 2005, lançado originalmente para PlayStation 2, desenvolvido pela Sony Computer Entertainment (SCEI). É uma das grandes obras primas da geração Play 2.
Na história, acompanhamos Wander, um jovem que precisa encontrar e derrotar os dezesseis colossos para restaurar a vida de sua amada Mono. Mas os colossos são criaturas gigantes e escondidos em áreas remotas do jogo, que possui um mundo aberto muito extenso e bem trabalhado.
Não há inimigos além dos colossos, nem interação com vilas ou aldeias, é apenas percorrer os vales e planícies com seu cavalo amigo, achando frestas para chegar ao território dos colossos. Você os encontra levantando a espada e seguindo o rastro luminoso que ela aponta.
Os colossos são gigantes, alguns tão grandes que nem percebem que você os ataca. E cada um tem uma dinâmica específica para ser vencido. Ou seja, não é só chegar e meter a espada.
O jogo é uma obra prima tanto em enredo quanto na parte gráfica, explorando ao máximo as capacidades do Play 2.
Destaque para o encontro com o primeiro colosso, uma criatura gigantesca, que lhe faz perceber tudo que vem pela frente.
Shadow of the Colossus, jogo de ação/aventura de 2005, lançado originalmente para PlayStation 2, desenvolvido pela Sony Computer Entertainment (SCEI). É uma das grandes obras primas da geração Play 2.
Na história, acompanhamos Wander, um jovem que precisa encontrar e derrotar os dezesseis colossos para restaurar a vida de sua amada Mono. Mas os colossos são criaturas gigantes e escondidos em áreas remotas do jogo, que possui um mundo aberto muito extenso e bem trabalhado.
Não há inimigos além dos colossos, nem interação com vilas ou aldeias, é apenas percorrer os vales e planícies com seu cavalo amigo, achando frestas para chegar ao território dos colossos. Você os encontra levantando a espada e seguindo o rastro luminoso que ela aponta.
Os colossos são gigantes, alguns tão grandes que nem percebem que você os ataca. E cada um tem uma dinâmica específica para ser vencido. Ou seja, não é só chegar e meter a espada.
O jogo é uma obra prima tanto em enredo quanto na parte gráfica, explorando ao máximo as capacidades do Play 2.
Destaque para o encontro com o primeiro colosso, uma criatura gigantesca, que lhe faz perceber tudo que vem pela frente.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Jackie Chan Stuntmaster
Mais um da série "Na porrada não tenho limites".
Jackie Chan Stuntmaster é um jogo lançado em 2000 originalmente para a plataforma Play Station, desenvolvido pela Radical Entertainment.
A história é simples, você é Jackie Chan (sério?) um jovem entregador que precisa resgatar seu avô da mão dos vilões. Como fazer isso? Dando porrada em todo mundo, claro!
O jogo consiste em 5 áreas com três fases cada, e uma fase bônus caso recolha uma série de máscaras douradas que estão espalhadas pelo jogo.
Os gráficos são estilizados, meio poligonais, mas a jogabilidade é fantástica e simples, captada de movimentos do próprio Jackie Chan. Tem vários combos de socos e chutes, podemos usar cadeiras/mesas/vassouras/ panelas pra bater nos outros, e várias ideias que são características dos filmes de Jackie. Mas cuidado em manter o timing em certas horas, pois pular no lugar errado ou não defender certos golpes matam na hora.
Não é um jogo revolucionário, mas é extremamente divertido, com direito até aos erros de gravação no final do game.
A propósito, se você não gosta de Jackie Chan, não é meu amigo.
Jackie Chan Stuntmaster é um jogo lançado em 2000 originalmente para a plataforma Play Station, desenvolvido pela Radical Entertainment.
A história é simples, você é Jackie Chan (sério?) um jovem entregador que precisa resgatar seu avô da mão dos vilões. Como fazer isso? Dando porrada em todo mundo, claro!
O jogo consiste em 5 áreas com três fases cada, e uma fase bônus caso recolha uma série de máscaras douradas que estão espalhadas pelo jogo.
Os gráficos são estilizados, meio poligonais, mas a jogabilidade é fantástica e simples, captada de movimentos do próprio Jackie Chan. Tem vários combos de socos e chutes, podemos usar cadeiras/mesas/vassouras/
Não é um jogo revolucionário, mas é extremamente divertido, com direito até aos erros de gravação no final do game.
A propósito, se você não gosta de Jackie Chan, não é meu amigo.
Miami Hotline
INSANIDADE! VIOLÊNCIA GRATUITA, mortes e mais mortes, porradas, massacre, isso é o que tenho a dizer deste jogo FODA que conheci hoje através de um amigo.
Com gráficos extremamente simples e que lembram os games 8 bits, este jogo tem tudo para ser uma mania (até ser censurado e banido, coisa que irá acontecer com certeza).
A história é dividida em vários capítulos, cada uma com subfases e objetivos diferentes.
Logo na primeira missão o protagonista acorda em um apartamento e recebe da secretária eletrônica a missão de matar TODOS no recinto. E é isso mesmo, violência geral, quanto mais foda a morte, melhor!
Antes de iniciar o jogo, você de escolher uma máscara de algum animal (me lembrou muito do filme anos 80 chamado A Fortaleza).
Agora é esperar o 2, onde irão incluir cenas de SEXO EXPLÍCITO.
Painkiller
Painkiller, jogo de 2004 desenvoldido pela Dreamcatcher, de gênero tiro em primeira pessoa. E poe tiro na bagaça. A versão jogada é a Black Edition, pra pc.
Na história você é um cara motherfócka que faz pacto com o além vida porque quer rever a muié perdida. O que ele precisa fazer? Matar os generais do inferno! Yeaaaa!
Tiroteio pra tudo que é lado, com armas eficientes e dezenas... quer dizer... milhares de inimigos! E muita variação nos inimigos e cenários. Tem uma fase no manicômio que enfrentamos demônios loucos em camisas de força, por exemplo. Em outra é medieval e tem bruxas e zumbis com tochas! Yeaaaaa!
E o jogo é só isso, basta matar todos os bichos que o checkpoint aparece pra mudarmos de fase. E sabemos que tem inimigos enquanto toca um riff musical, no momento que matar todos, ele some. Sem mistérios, puzzles e coisas do gênero, só atirar pra matar. Apesar disso tem alguns chefes que precisamos pensar um pouco em como vencer, mas geralmente é simples a solução.
Jogabilidade WASD e mouse, sem erro para principiantes. Recomendo, diversão garantida pra quem quer simplesmente matar uns capetas.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Heretic
Heretic, jogo de 1994 de tiro em primeira pessoa, desenvolvido pela Raven Software e publicado pela id Software. Foi feito usando uma engine modificada de Doom.
O jogo é formado (originalmente) por 3 episódios, com oito fases cada. Neles, você é um mago que vai atrás de D'Sparil, um dos Cavaleiros da Serpente, um trio de demônios que espalha o caos pelo mundo.
Ótimos cenários (masmorras, castelos, vulcões, salões), ótimos vilões (mortos vivos, múmias, minotauros, gárgula, etc), boa jogabilidade (Doom na veia) e muita criatividade nas armas e sons fazem deste jogo um clássico.
Suas sequencia direta é Hexen, mas esse merece resenha própria.
Destaque para a batalha final contra D'Sparil, onde o lazarento vem montado numa besta e você gasta todas as armas que tem pra matar ele.
Curiosidade: Ao utilizar os códigos do Doom (IDDQD e IDKFA) você morre. Descobri na primeira vez que joguei.
sábado, 8 de junho de 2013
Blood
Esse aqui tem sangue até no nome!
Blood, jogo de tiro em primeira pessoa de 1997, desenvolvido pela Monolith Productions, para pc.
No jogo, você é Caleb, um homem reencarnado que luta contra as forças do culto das trevas a um capeta chamado Tchernobog. Tudo motivado por vingança, um motivo digno para atirar e estraçalhar seres malignos, na minha opinião.
Considerado um dos jogos mais violentos e sangrentos da época, Blood é, acima de tudo, fanfarrão. Caleb solta piadinhas, chuta cabeças de mortos vivos como bolas de futebol, mesmo em meio a todos os ambientes macabros imagináveis pelos desenvolvedores.
A jogabilidade é a clássica "WASD" e, bem, qualquer um que seja familiarizado com Doom e Duke Nukem vai adorar Blood.
O arsenal, apetrechos diversos e inimigos são criativos e muito legais. De zumbis, passando por fanáticos do culto encapuzados, até gárgulas de pedra e aranhas gigantes.
Hoje, assim como Doom e Duke Nukem é um jogo datado, mas a emoção é a mesma. Vale pela nostalgia.
Blood, jogo de tiro em primeira pessoa de 1997, desenvolvido pela Monolith Productions, para pc.
No jogo, você é Caleb, um homem reencarnado que luta contra as forças do culto das trevas a um capeta chamado Tchernobog. Tudo motivado por vingança, um motivo digno para atirar e estraçalhar seres malignos, na minha opinião.
Considerado um dos jogos mais violentos e sangrentos da época, Blood é, acima de tudo, fanfarrão. Caleb solta piadinhas, chuta cabeças de mortos vivos como bolas de futebol, mesmo em meio a todos os ambientes macabros imagináveis pelos desenvolvedores.
A jogabilidade é a clássica "WASD" e, bem, qualquer um que seja familiarizado com Doom e Duke Nukem vai adorar Blood.
O arsenal, apetrechos diversos e inimigos são criativos e muito legais. De zumbis, passando por fanáticos do culto encapuzados, até gárgulas de pedra e aranhas gigantes.
Hoje, assim como Doom e Duke Nukem é um jogo datado, mas a emoção é a mesma. Vale pela nostalgia.
domingo, 2 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
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